sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

O que diz Léxía 6- Chegou a hora

Para terminar  o ano em beleza eis a mensagem de fim de ano de sua Exelencia Léxía da Silva

Chegou a hora de mugir os boys

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Evolução duma orquidea

Tenho a sorte de ter perto de mim orquideas silvetres que começam a florir nesta época

Esta sequência de fotos ilustra a evolução desta orquidea. Ophrys marmorata . nos ultimos dias


Dia 25 de Dezembro


 Dia 28 de Dezembro

 Dia 30 de Dezembro

Parvérbio 32

A fartura faz mal a muita gente a filhós tambem

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Livros dos parvérbios


Vai devagar mas vai, um a um vou fazendo os meus livrinhos

As minhas ideias

Estou aqui fechado no meio das minhas ideias, bem queria sair, pensar um pouco de ar fresco, respirar ideias mais coloridas, sei lá... Mas nada me serve e...continuo com os mesmos trapos
As minhas ideias... As minhas ideias a bem dizer nem são minhas, são em segunda mão...Ora segunda mão..., terceira , quarta, enésima mão, quando o meu avô pegou nelas já eram velhas como o Matusalem...E talvez mais alem
Como toda a gente, herdei as ideias, vivo nelas e não tenho a minima hipotese de sair... Na verdade eu sou as minhas ideias, uma especie de novelo de esparguete escorregadio, se consigo agarrá-las por fracções de instantes, por cagasésimos de coisa nenhuma, desfazem-se em pó e esvaiem-se em fumo...Porra que isto está a descambar para o pornográfico...
Cada um emerge das ideias onde nasce, tenta sair delas mas não tem escada para subir nem buraco para cair, nem  mar que não circumnavegue...
Por isso, por muito que viaje, não saio do mesmo lugar comum... Comum a mim mesmo que isto não mete politica, nem negócios etrangeiros, nem negocios escuros, nem wikileaks fabricados na China.

Parvérbio 31 Os malucos

Os malucos fazem a festa mas os outros é que gozam



sábado, 25 de dezembro de 2010

Prendas de natal

Não recebi muitas prendas, nem estava à espera de receber , tambem não dei muitas, mas as melhores que tive foram estas orquideas silvestres que começaram a abrir no dia 24 só para me agradarem.







Parvérbio 29 - a crise

A crise é o agudizar do status quo



quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Afiar os dias ...

Ninguem mais troçava, todos os que lidavam com ele no dia a dia acostumaram-se a vê-lo todos os dias afiar a pequena faca, tanto se habituaram que deixaram até de ver o ritual diário. Era tudo parte da paisagem social daquela rua, daquele bairro . Para ele há muito que aqueles gestos tinham passado a fazer parte daquele conjunto de pequenas coisas que constitue a realidade do ser humano. Aquelas coisas anónimas, intimas, que todos fazem diariamente mas das quais nunca ou quase nunca se fala a não ser quando alguma coisa corre mal, acidente ou doença, essas mil e uma pequenas coisas fisiológicas das quais dependemos quase por completo e das quais nem nos lembramos. Mas, sem que ele se apercebesse nem ninguem notasse, para ele o afiar da faca tornou-se no eixo ao redor do qual giravam os seus dias e as suas noites.
Ele não sonhava, mais exactamente há muito que não se lembrava de sonhar mas certo dia apecebeu-se, lembrou-se ao de leve de trechos dum sonho. Foi uma lembrança quase imperceptivel, daquelas que nem se sabe se é mesmo lembrança ou se sonhou que se lembrou. Mas passados dias teve um vislumbre semelhante e soube então que sonhava e esse facto acabou por se impor cada vez com mais força. Os sonhos tornaram-se mais reais, mais nitidos e então ele notou que nesses  sonhos ele tambem afiava uma faca e sempre acordava afiando.

O que diz Léxico 3, Trocadilho

Aceitam-se afinações para as diferentes trocas

Trocadalho
Trocadelho
Trocadilho
Trocadolho
Trocadulho
Trocadylho

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Perolas celestiais

A manhã apareceu ornada deste colar de perolas celestiais


clicquar na foto para ampliar


Foto: Luis Nunes Alberto

O que diz Léxico

Mais um americanismo que verte do wiki leak

Fastfooder: (Verbo transitivo ) Ingerir, alimentar-se de fast food


Conjugação do verbo fastfooder


Eu  fastfoodo
Tu fastfoodes
Ele ou ela fastfoode
Nós fastfoodemos 
Vós fastfoodeis
Eles ou elas  fastfoodem



segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

sábado, 11 de dezembro de 2010

...querem ver...

Respondendo a um desafio de Luis ene que podem consultar aqui, escrevi isto

Asdrubal Pimenta encostou o carro ao gradeamento, puxou o travão de mão e desligou o motor numa rotina inconsciente enquanto o olhar percorria com atenção professional a fachada algo decrépita, porra, se calhar também eu me amandava da janela fora, o predio parece estar abandonado, tem um ar meio tétrico com aquele descascado em forma de cruz mesmo por baixo da janela e à noite faço ideia com a merda  de iluminação que há por aqui isto deve parecer Elm street num dia de nevoeiro,vamos lá despachar isto, deve ser uma simples formalidade, pra mais com o emprego que o gajo tinha era depressão pela certa, despacho isto num instante, ainda tenho tempo de passar no shopping ver se me arranjam a merda da bateria para o telemovel senão tou lixado,não me calhava nada, será que ainda mora aqui alguem, empurrou a porta que rangeu renitente, empurrou com mais força abrindo apenas o suficiente para lhe permitir entrar, espreitando com dificuldade a penumbra do hall de entrada, foda-se que merda é esta, as paredes esburacadas pareciam gritar por socorro, o chão juncado de entulho, a escadaria ameaçando ruir, isto não está certo, no relatório não tinha nada que indicasse isto,aqui há marosca porra!, querem ver que o gajo não se suicidou...

Parvérbio 19

Quem tem boca vai a Roma,  quem não tem vai calado





quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Hello stranger



Tenho constatado com agrado  nas estatisticas deste blog que aparecem visitantes doutros paises, é divertido ver o mapa mundi clorir-se de verde pela minha "presença".
Bem sei que alguns desses visitantes terão caído aqui por obra e graça do Google, pelos aléas da pesquisa, no entanto há alguns paises que me visitam com tal regularidade que presumo que haja mesmo por lá gente que se interessa pelo que eu faço ou publico. Pergunto a mim mesmo quem nos Estados Unidos me lê regularmente, ou na Russia, na Ucrania, na Malásia, na Croácia, no Reino Unido e no Canada.
Gostaria muito que algumas dessas pessoas se manifestassem, quanto mais não seja por um simples comentário, para eu ficar a saber que não é puro acaso ou engano de algum sistema automatico de estatistica.

Parvérbio 16

Quem sai aos seus não é de Genebra



sexta-feira, 26 de novembro de 2010

domingo, 21 de novembro de 2010

Primavera no Outono

Primavera, é primavera, quero lá saber que seja outono, é primoutono pronto!



Fotos tiradas esta tarde num campo perto de mim

sábado, 20 de novembro de 2010

Pato na brasa


Um pato, Anas Clypeata, anda speedado à procura de alimento, tambem aqui terá chegado a crise, ou será que perdeu as chaves do carro?


video

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Raiva contra a máquina

Rage against the machine


A raiva contra a máquina vende...vende, promove a venda de mais maquinas, quanto mais não fosse uns quantos MP3 MP4 e outras maquinetas similares, mas faz funcionar a máquina do showbiz. Nunca vi ninguem sair destes concertos e desatarem a partir máquinas, sejam elas quais forem, quanto muito alguma maquina de refrigerantes ou de chocolates a ponta pé.
Acontecem com frequencia estes paradoxos culturais porque vendem melhor do que a publicidade do elogio directo.

É o genero de coisa que não gosto na cultura da cultura

domingo, 14 de novembro de 2010

...palerma...

conversa de passagem

...ouviste o que ele me chamou?
- palerma
- palermaaa!...
...disse-me que não iamos conseguir entrar, o caralho é que não iamos...
...anda de jacto particular e carrega um vulgar saco do supermercado...
...se é rapido ou não...
...quando se está em viagem...
...é água da torneira...
...está muito boa...
...isto é trabalho temporário...






sábado, 13 de novembro de 2010

...o espelho do universo...


Eu sou o espelho do universo que me rodeia, mas não consigo ver nem o reflexo nem o espelho, então faço qualquer coisa, lanço pedras no charco, faço ondinhas concentricas que se afastam para a margem e digo a mim mesmo "sou eu aquelas ondinhas, sou eu que surfo nelas", e rio-me, e digo-as, e escrevo-as. O que sou eu? Um insecto? em cima daquela folhinha amarela...

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

...faro...


conversa escrita de passagem, passa num camion...

...ninguem vende mais barato...faro...

...a culpa é do escritor, do contador de histórias...

Durante algum tempo interroguei-me sobre a literatura, sobre a escrita, sobre a ficção. A questão era saber se as estórias e as histórias que se escrevem são supostas, de certo modo, relatar ou retratar a realidade, sendo uma especie de registo dos acontecimentos da nossa vida social ou se a vida social era até certo ponto conduzida, orientada, impulsionada por aquilo que era escrito, filmado, televisionado, por tudo aquilo que é criação literária.
Quando uma pessoa se interroga, quando consegue articular claramente uma questão com alguma complexidade é porque já tem a resposta feita embora possa ter dificuldade em visualizá-la ou aceitá-la, e precisa de confirmação de fontes externas.
Acredito que este assunto já tenha sido amplamente debatido, porque é natural que assim seja. Não faço ideia se chegaram a alguma decisão porque nunca frequentei meios, nem bordas, onde esses assuntos sejam discutidos.
Pensei bastante nesta questão e não tenho duvida agora, nem dificuldade em aceitar, que de facto toda a vida social humana, tudo aquilo que se classifica como usos e costumes, ou seja a cultura é impulsionado pela criação literária ( entendida num sentido largo com o cinema a radio e a televisão, as canções etc).
Toda a vida de cada dia de todos nós é copiada dos modelos ficticios, ficcionados, obedecendo a principios, leis, costumes, conceitos e palavras que foram escritas, filmadas, gravadas, televisionadas, retransmitidas para todo lado.

Se podiamos viver sem eles? Podiamos mas não era a mesma coisa

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

O coleccionador de rotundas


Há coleccionadores para tudo, se não há está a caminho de haver, desconfio mesmo que há gente à espera ansiosamente que se invente aquela coisa que eles esperam para coleccionar.
Pois há gente que colecciona rotundas, Aqui

...prato do dia...

Conversa de passagem

...o que é o prato do dia? não sei , tu sabes? não não sei. o que é o prato da noite? isso queria você saber...

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Acorda do estendal


Ela pendurou a chuva a secar no estendal, mas não tinha molas para todas as gotas

Metáforas convertidas


Ó Luís, uma metáfora é uma metáfora, ainda que invertida, e sempre fascinante e perturbadora. Ah! pois é! Há pois zé.
Todavia...
Tudo havia, mas tudo o que havia eram, são, e serão metáforas.
Toda a nossa actividade mental, espiritual, cultural, toda a comunicação, a memorização e a aprendizagem e no fundo, nas bordas e à superfície, a consciência, tudo é metáforico.
Nós conhecemos o mundo não pelo que ele é mas pelas coisas, pelas imagens, pelos símbolos, pelas caricaturas, pelas metáforas que o representam.
E mesmo assim essas metáforas que nos chegam têm que ser convertidas para a nossa própria linguagem.

Estava à espera que alguem desse um pontapé no meu formigueiro das metáforas, sim, sim, eu sei que acabo por ser chato sempre a falar de metáforas. O facto de ninguem respingar, espingardar, ou mandar-me à metáfora traduz claramente, metaforiza lindamente, que ninguem lê aquilo que eu escrevo ou que tem uma espécie de cegueira metafórica.

domingo, 7 de novembro de 2010

paraíso da água


Os reflexos na água são sempre fascinantes porque são metáforas por excelencia mas são tambem perturbadores e até incomodos por vezes porque são metáforas invertidas.

sábado, 6 de novembro de 2010

A evolução da cultura

Há coisas espantosas a acontecer não só lá longe, não só à nossa volta, mas tambem em cada um de nós.




Este pequeno video sobre os video games e o mundo virtual é muito interessante, pena não ser em português

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Água do castelo


Nada é o que parece, o que parece é nada mas nada muito bem o castelo da água.

O reflexo na água é uma metáfora por excelencia, mas uma metáfora invertida o que a torna perturbadora e fascinante.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

...bruxa...

Conversas de passagem:

...chama-se...
...doutora!..ela não se voltou...queres ver que me enganei, mas parece ela...
...uma de vocês é bruxa, sim quando são vários irmãos um é bruxo, não sabiam?...
...tu aqui es o ultimo a falar é a primeira coisa que lhe vou dizer...
...depois daqui vou a casa buscar o carro...
...ai o menino Jesus o menino Jesus...
...parece -me que o senhor é fétichista dos sapatos já estou a ver...sou fetichista de tudo o que é da mulher...não me diga que tambem gosta de celulite...
...a nita tá no lodo, a nita tá no lodo...
...para aprender a ver as novelas...
...não toca nada...
...that's the name of the place...mind the dog...

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Os abutres

Esta manhã por cima das Alagoas de Tunes rondavam cerca de trinta aves de rapina, presumivelmente abutres numa cena insólita digna dum filme e nunca vista por aqui.
Isto deve ser coisa dos mercados, dos especuladores financeiros que cheiram o sangue e a podridão nos debates sobre o orçamento e que se preparam para se lançarem sobre os despojos do país.
Isto foi filmado da berma da estrada e conservei o som original dos veiculos a passar.

video

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Biodiversidade

A proposito do ano da biodiversidade fiz uns posters com mosaicos de fotos da natureza, todas as fotos são da minha autoria

domingo, 31 de outubro de 2010

Gang bang



Tantos bichos a comerem a pobre flor

Quem gostar das minhas fotos poderá vê-las aqui e ali ou uma coisa mais de cultura cientifica acolá.
Todas as minhas fotos podem ser usadas sem fins comerciais do momento que refiram a autoria das mesmas.

Metáforas de mim


Nos olhos do gato, as metáforas de mim, o gato Pompon fotografou-me com os seus olhos

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

...Einstein...

Conversa de passagem

...não era?...eu não sei se era!...então não era?...

...isso era com umas barbatanas...

...como este senhor deixou crescer o cabelo para ficar parecido com o Frankenstein ou com o Einstein não sei bem mas é a mesma coisa...

...pareço parva mas não sou...

...não acha que ele é mesmo parecido? Parece irmão gémeo do Frankenstein com aquele bigodinho...conhece o Frankenstein?...o homem era considerado louco...
...o Frankenstein, aquele que inventou a bomba atómica...

...vou te dizer uma coisa que te vai fazer muito bem...

...faz-me por vezes hesitar revoltado de estar contigo...

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

...ibêéme...

Conversa de passagem ouvida num hotel

...o melhor computador do mundo é ibêéme, é americano, faz coisas boas e coisas más...


segunda-feira, 25 de outubro de 2010

...onde...

... Ó cultura!... onde pára a noia?...

Sorraia sorria

A Sorraia sorria, sorria lindamente, sorria sempre, sorria como só Sorraia sabia sorrir.
Era tão peculiar e belo o sorriso com que Sorraia sorria, era tão só dela que passaram a dizer que a Sorraia não sorria, a Sorraia sorraía.
Ao ouvir tamanho disparate a Sorraia ria, ria, só ria, a Sorraia só ria, depois sorria mas ninguem sabia se sorria ou se sorraía porque toda a gente sabia que Sorraia sempre sorria.
Os amigos á volta dela discutiam sem cessar, apostavam, tentavam adivinhar se Sorraia sorria se Sorraía. Tanto fizeram e tão pouco e com tanto zelo que o sorriso de Sorraia acabou por ficar amarelo.
Todos acharam que o sorriso com que Sorraia sorria amarelo era ainda mais belo e por unanimidade mais um votaram definitivamente que assim sim Sorraia sorraía, e decretaram monumento nacional " O Sorraíso Amarelo".
Assunto sério
Desde então a Sorraia não mais sorria, arreganhava os dentes, só raiva...só raiva.

Sorraia sorraíva.

domingo, 24 de outubro de 2010

...a falar...

Conversa de passagem:

... a falar e tal...mas como é que é?...espera aí...
...fecha a matraca!...só daqui a hora e meia é que podes abrir a matraca...
...a caganeira yo-yo...
...e ainda se qeixam das férias...
... o hotel babilónia...
...e com quem estavas a falar agora? Com o meu primo... o Ezequiel?...
...bom dia...
...começa este domingo... tem dez por cento em cartão...em todos os produtos...em todos os produtos?...
...você não brinque com isto...não! não pode ser...eu vou confiar em si...veja lá não me deixe...
...vir de férias com barulho...
...eh pá...eu não sabia se ias, tás a ver ...depois ficavas lá no meio delas...
...estes camones são uns porcos, vieram se soltar aqui, é um cheirete!...cheira tão mal que vocês não imaginam...
...anda muito de roda de ti...deve querer fruta...quer quer...
...afinal vieste embora...não estou a perceber...voltei para trás porque não te via...
...levar uma coisa ou outra...afinal sempre merece...
...muita coisa...eu tenho aqui registado precisamente...é uma concha...
...nada de paradinhas...penalti directo...ouviste?...nada de paradinhas...
...gosto das minhas pernas porque são minhas...
...é preciso muitos anos de faculdade para aprender a ser gaivota...imagina para ser foguetão...

conversa de passagem1

Á semelhança do que fez Luis Ene junto aqui todas as conversas de passagem publicadas até agora para permitir as diversas leituras que cada um queira fazer. Estão arrumadas na ordem de publicação mas podem perfeitamente ser dispostas noutra ordem.

- ...nem é uma rotunda... aquilo não é nada... nem um pneu tem no meio do cruzamento, tem lá um poste, um pau... não é uma rotunda...

...mas Paris não entendo...

...assim que as batatas estiverem boas salta-lhes em cima, põe-as no saco que o senhor está aqui aflitissimo...

...have you got enough money left to pay the check in?...

...e ela não consegue?... coitada... mas é a sogra do chouricinho não é?...

...a mãe? pai...

...pois por isso mesmo é que eu tenho medo! não há tanta gente que essas coisas? quem é que me diz a mim que eu não vou ver isso ali...

...é comigo, tem vontade de afiar a lingua...

...então vizinha veio dar um pouco à lingua? Não! é a pausa do pó...

...são paneleiros... é o que é...são paneleiros...já os conheço...

...é verdade que tenho uma divida que não sou eu que a tenho...

...esprimido...só lhe pagam porque... enfim...

...na é?...é por aí...na é?...

...diz que a Tania disse que ele é um larilas...vai! vai!...

...vi-me aflita para ir buscar o bâton pra pôr...

...no blogue 31 da armada discute-se muito po...

...olá... ia-te ligar...

... não, não estou...estava lá...

...as casas ao pé da praia têm esse inconveniente...

...o complexo do alemão...

...é de loucura, não se anda...

sábado, 23 de outubro de 2010

Quem leva...

Parvèrbio do dia

Quem leva e volta a levar ou gosta ou quer gostar




Mais vale um burro...

Mais vale um burro inteligente que dois inteligentes burros

...é de loucura...

Conversa de passagem


...é de loucura, não se anda...

...o complexo...

Conversa de passagem ouvida da rádio


...o complexo do alemão...

...as casas...

Conversa de passagem duma familia que ia passeando rua abaixo


...as casas ao pé da praia têm esse inconveniente...


...não, não...

Conversa de passagem apanhada na rua


... não, não estou...estava lá...

...olá...

Conversa de passagem ouvida de dentro duma loja enquanto eu passava


...olá... ia-te ligar...


sexta-feira, 22 de outubro de 2010

...31 da armada...

Conversa de passagem ouvida numa mesa de café

...no blogue 31 da armada discute-se muito po...


Apartheid

A nossa sociedade precisa de novos paradigmas, os modelos que temos estão gastos e quase falidos.
Uma área que está em grande crise em todo o lado mas especialmente em Portugal é a educação e ensino que carecem duma revolução urgente. A escola não pode estar dissociada de tudo o resto, tem que se acabar com este regime de apartheid que separa a nossa população em jovens/estudantes, adultos/produtores e 3ªidade/reformados/indesejaveis.
É necessario e desejavel que a escola se estenda por toda a vida, que os jovens se integrem assim que puderem e pretendam no sistema produtivo e que os mais idosos continuem activos até terem capacidades fisicas e mentais que o permitam. Só assim se poderá manter a coesão da humanidade.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

O que diz Léxía2

O segócio é a alma do negredo

Que raio de cultura



Q
u raiØ du£tura a no$$a Qudinheiro em tudo, tudo se paga, tudo é taxado, tudo passa pelos bancos.
Paga-se para circular, paga-se para estar parado, paga-se para comer, paga-se pela água,paga-se pelo ar ou pela falta de qualidade dele...
A tudo é atribuido um valor monetário para nos sugarem até desaparecermos por completo e ainda temos que pagar para nos impedirem de morrer mesmo que queiramos, e ainda temos que pagar forte e feio pelo funeral que nos é imposto com IVA a 23%

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

...o bâton...

Conversa de passagem ouvida algures


...vi-me aflita para ir buscar o bâton pra pôr...

...diz que a Tania disse...

Conversa de passagem ouvida algures na rua


...diz que a Tania disse que ele é um larilas...vai! vai!...

...na é...

Conversa de passagem, uma mulher ainda jovem fala para a amiga enquanto passam na rua


...na é?...é por aí...na é?...

...esprimido...

Conversa de passagem, duas senhoras passam apressadas


...esprimido...só lhe pagam porque... enfim...


Mr Bones






Anda nestes dias por Albufeira um turista (presumo eu) um pouco especial, ostentando um numero incrivel de amuletos dos mais diversos e inesperados pendurados de tudo o que é sitio da sua pessoa e que se faz transportar num veiculo eletrico, do qual parece não ter necessidade fisica, veiculo esse decorado mais ou menos do mesmo modo que o próprio que se vê nesta ultima foto.
Nas lojas circundantes tudo saiu à rua para ver este belissimo exemplar de requintado kitsch