domingo, 31 de outubro de 2010

Gang bang



Tantos bichos a comerem a pobre flor

Quem gostar das minhas fotos poderá vê-las aqui e ali ou uma coisa mais de cultura cientifica acolá.
Todas as minhas fotos podem ser usadas sem fins comerciais do momento que refiram a autoria das mesmas.

Metáforas de mim


Nos olhos do gato, as metáforas de mim, o gato Pompon fotografou-me com os seus olhos

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

...Einstein...

Conversa de passagem

...não era?...eu não sei se era!...então não era?...

...isso era com umas barbatanas...

...como este senhor deixou crescer o cabelo para ficar parecido com o Frankenstein ou com o Einstein não sei bem mas é a mesma coisa...

...pareço parva mas não sou...

...não acha que ele é mesmo parecido? Parece irmão gémeo do Frankenstein com aquele bigodinho...conhece o Frankenstein?...o homem era considerado louco...
...o Frankenstein, aquele que inventou a bomba atómica...

...vou te dizer uma coisa que te vai fazer muito bem...

...faz-me por vezes hesitar revoltado de estar contigo...

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

...ibêéme...

Conversa de passagem ouvida num hotel

...o melhor computador do mundo é ibêéme, é americano, faz coisas boas e coisas más...


segunda-feira, 25 de outubro de 2010

...onde...

... Ó cultura!... onde pára a noia?...

Sorraia sorria

A Sorraia sorria, sorria lindamente, sorria sempre, sorria como só Sorraia sabia sorrir.
Era tão peculiar e belo o sorriso com que Sorraia sorria, era tão só dela que passaram a dizer que a Sorraia não sorria, a Sorraia sorraía.
Ao ouvir tamanho disparate a Sorraia ria, ria, só ria, a Sorraia só ria, depois sorria mas ninguem sabia se sorria ou se sorraía porque toda a gente sabia que Sorraia sempre sorria.
Os amigos á volta dela discutiam sem cessar, apostavam, tentavam adivinhar se Sorraia sorria se Sorraía. Tanto fizeram e tão pouco e com tanto zelo que o sorriso de Sorraia acabou por ficar amarelo.
Todos acharam que o sorriso com que Sorraia sorria amarelo era ainda mais belo e por unanimidade mais um votaram definitivamente que assim sim Sorraia sorraía, e decretaram monumento nacional " O Sorraíso Amarelo".
Assunto sério
Desde então a Sorraia não mais sorria, arreganhava os dentes, só raiva...só raiva.

Sorraia sorraíva.

domingo, 24 de outubro de 2010

...a falar...

Conversa de passagem:

... a falar e tal...mas como é que é?...espera aí...
...fecha a matraca!...só daqui a hora e meia é que podes abrir a matraca...
...a caganeira yo-yo...
...e ainda se qeixam das férias...
... o hotel babilónia...
...e com quem estavas a falar agora? Com o meu primo... o Ezequiel?...
...bom dia...
...começa este domingo... tem dez por cento em cartão...em todos os produtos...em todos os produtos?...
...você não brinque com isto...não! não pode ser...eu vou confiar em si...veja lá não me deixe...
...vir de férias com barulho...
...eh pá...eu não sabia se ias, tás a ver ...depois ficavas lá no meio delas...
...estes camones são uns porcos, vieram se soltar aqui, é um cheirete!...cheira tão mal que vocês não imaginam...
...anda muito de roda de ti...deve querer fruta...quer quer...
...afinal vieste embora...não estou a perceber...voltei para trás porque não te via...
...levar uma coisa ou outra...afinal sempre merece...
...muita coisa...eu tenho aqui registado precisamente...é uma concha...
...nada de paradinhas...penalti directo...ouviste?...nada de paradinhas...
...gosto das minhas pernas porque são minhas...
...é preciso muitos anos de faculdade para aprender a ser gaivota...imagina para ser foguetão...

conversa de passagem1

Á semelhança do que fez Luis Ene junto aqui todas as conversas de passagem publicadas até agora para permitir as diversas leituras que cada um queira fazer. Estão arrumadas na ordem de publicação mas podem perfeitamente ser dispostas noutra ordem.

- ...nem é uma rotunda... aquilo não é nada... nem um pneu tem no meio do cruzamento, tem lá um poste, um pau... não é uma rotunda...

...mas Paris não entendo...

...assim que as batatas estiverem boas salta-lhes em cima, põe-as no saco que o senhor está aqui aflitissimo...

...have you got enough money left to pay the check in?...

...e ela não consegue?... coitada... mas é a sogra do chouricinho não é?...

...a mãe? pai...

...pois por isso mesmo é que eu tenho medo! não há tanta gente que essas coisas? quem é que me diz a mim que eu não vou ver isso ali...

...é comigo, tem vontade de afiar a lingua...

...então vizinha veio dar um pouco à lingua? Não! é a pausa do pó...

...são paneleiros... é o que é...são paneleiros...já os conheço...

...é verdade que tenho uma divida que não sou eu que a tenho...

...esprimido...só lhe pagam porque... enfim...

...na é?...é por aí...na é?...

...diz que a Tania disse que ele é um larilas...vai! vai!...

...vi-me aflita para ir buscar o bâton pra pôr...

...no blogue 31 da armada discute-se muito po...

...olá... ia-te ligar...

... não, não estou...estava lá...

...as casas ao pé da praia têm esse inconveniente...

...o complexo do alemão...

...é de loucura, não se anda...

sábado, 23 de outubro de 2010

Quem leva...

Parvèrbio do dia

Quem leva e volta a levar ou gosta ou quer gostar




Mais vale um burro...

Mais vale um burro inteligente que dois inteligentes burros

...é de loucura...

Conversa de passagem


...é de loucura, não se anda...

...o complexo...

Conversa de passagem ouvida da rádio


...o complexo do alemão...

...as casas...

Conversa de passagem duma familia que ia passeando rua abaixo


...as casas ao pé da praia têm esse inconveniente...


...não, não...

Conversa de passagem apanhada na rua


... não, não estou...estava lá...

...olá...

Conversa de passagem ouvida de dentro duma loja enquanto eu passava


...olá... ia-te ligar...


sexta-feira, 22 de outubro de 2010

...31 da armada...

Conversa de passagem ouvida numa mesa de café

...no blogue 31 da armada discute-se muito po...


Apartheid

A nossa sociedade precisa de novos paradigmas, os modelos que temos estão gastos e quase falidos.
Uma área que está em grande crise em todo o lado mas especialmente em Portugal é a educação e ensino que carecem duma revolução urgente. A escola não pode estar dissociada de tudo o resto, tem que se acabar com este regime de apartheid que separa a nossa população em jovens/estudantes, adultos/produtores e 3ªidade/reformados/indesejaveis.
É necessario e desejavel que a escola se estenda por toda a vida, que os jovens se integrem assim que puderem e pretendam no sistema produtivo e que os mais idosos continuem activos até terem capacidades fisicas e mentais que o permitam. Só assim se poderá manter a coesão da humanidade.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

O que diz Léxía2

O segócio é a alma do negredo

Que raio de cultura



Q
u raiØ du£tura a no$$a Qudinheiro em tudo, tudo se paga, tudo é taxado, tudo passa pelos bancos.
Paga-se para circular, paga-se para estar parado, paga-se para comer, paga-se pela água,paga-se pelo ar ou pela falta de qualidade dele...
A tudo é atribuido um valor monetário para nos sugarem até desaparecermos por completo e ainda temos que pagar para nos impedirem de morrer mesmo que queiramos, e ainda temos que pagar forte e feio pelo funeral que nos é imposto com IVA a 23%

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

...o bâton...

Conversa de passagem ouvida algures


...vi-me aflita para ir buscar o bâton pra pôr...

...diz que a Tania disse...

Conversa de passagem ouvida algures na rua


...diz que a Tania disse que ele é um larilas...vai! vai!...

...na é...

Conversa de passagem, uma mulher ainda jovem fala para a amiga enquanto passam na rua


...na é?...é por aí...na é?...

...esprimido...

Conversa de passagem, duas senhoras passam apressadas


...esprimido...só lhe pagam porque... enfim...


Mr Bones






Anda nestes dias por Albufeira um turista (presumo eu) um pouco especial, ostentando um numero incrivel de amuletos dos mais diversos e inesperados pendurados de tudo o que é sitio da sua pessoa e que se faz transportar num veiculo eletrico, do qual parece não ter necessidade fisica, veiculo esse decorado mais ou menos do mesmo modo que o próprio que se vê nesta ultima foto.
Nas lojas circundantes tudo saiu à rua para ver este belissimo exemplar de requintado kitsch

domingo, 17 de outubro de 2010

sábado, 16 de outubro de 2010

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Meter o nariz nas coisas dos outros...


Meter o nariz nas coisas dos outros é muito feio mas ninguem deve ter avisado esta Capitites Ramulosa e as cantárides estão tão entretidas que de certo não dão por nada


Foto: Luis Nunes Alberto

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Desconhecido nesta morada


Um belissimo livro que recomendo

...divida...

Conversa de passagem, duas senhoras vão distraidamente olhando as montras e conversando


...é verdade que tenho uma divida que não sou eu que a tenho...

...é o que é...

Conversa de passagem, um homem nos seus cinquentas passa a resmungar puxando nervosamente repetidas passas do cigarro

...são paneleiros... é o que é...são paneleiros...já os conheço...

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

poema

Aquilo que corre lá longe
Não corre nem anda
Desanda
É o pó Ema.

Metáforas possiveis

Cada palavra é uma metáfora em si, é que a palavra não é a coisa, é a representação da coisa exterior à dita.
Palavras muito simples, por exemplo se eu digo "tu" ou "ti", construo fora de ti, e fora de mim, uma imagem, uma representação da visão que tenho de ti.
Tudo aquilo que escrevemos ou dizemos, ouvimos ou lemos, são metáforas. Até para reconhecermos e entendermos aquilo que vemos ou sentimos, temos que construir metáforas, representações estáticas ou dínamicas que nós possamos "manejar".
Tudo passa por aí, cada um terá mais capacidade de entender o mundo e de o expressar e comunicar consoante terá mais capacidade de elaborar e construir metáforas.

De facto cada um é as Metaforas possiveis, as que consegue construir.

A pausa

Conversa de passagem, a empregada da loja está à porta e a colega de frente pergunta:

...então vizinha veio dar um pouco à lingua? Não! é a pausa do pó...


domingo, 10 de outubro de 2010

...sede de mundo...


Esta sede de mundo, infinita sede, leva-nos à embriaguez da procura, à loucura de tudo e de nada
e o mundo, o universo e o seu reverso suspensos duma gota d'água, um mar nunca dantes navegado nem mergulhado...


Foto: Luis Nunes Alberto

Esta poesia mata-me...


Para os poetas em falta de inspiração aqui fica um pôr-de-sol irresistível, eu não resisti, desisti.


A poesia derrama-se pelo monte
Bela como o raio que a parta


Foto: Luis Nunes Alberto

sábado, 9 de outubro de 2010

...cortar o sono...

Os falatórios continuaram à sua volta e as piadas trocistas tambem, até já lhe chamavam o "afia-lapis" embora nunca o tivessem visto a afiar nenhum lápis com a preciosa faca.
Certo dia em que afiava mais uma vez a lamina com todo o cuidado, passando-a pela lixa fina ora dum lado ora do outro em gestos firmes e constantes, começou a falar sobre a faca sem que ninguem lhe pedisse nada, falava como se fosse só para ele, uma especie de monólogo, quase um fundo musical para a dança da lamina.
-Não entendem..., nunca poderão entender..., porque é que esta faca deve estar sempre bem afiada, não vêem..., como poderiam ver... ela corta no invisivel... ela corta o sono da tarde, aquele que sempre me atormenta depois do almoço, corta o sono às fatias fininhas e os sonhos nascentes também para que o vento os leve para longe... não, não entendem... mas é melhor assim...
-Pera aí, tu estás a dizer que cortas o sono às fatias?
-Sim corto, mas vocês não o podem ver
-Mas nunca te vi cortar nada... nem fazer o gesto de cortar... pões essa coisa no bolso e pronto
-São mistérios que não consegues ver nem alcançar
-Sabes uma coisa? Tu és completamente maluco! e riu-se alto em grandes gargalhadas.
Durante uns dias foi motivo de chacota de toda a vizinhança
Ah!!Ah!Ah!, cortar o sono ás fatias!!! Ah!Ah!Ah!
Ele não se impressionou com a troça, dia após dia continuou a manter o ritual de afiar a faca.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Era uma vez


Era uma vez num reino distante uma vez que tinha perdido a vez da ultima vez que a vez fora.
-Desta vez não vou deixar passar a vez diz a vez para consigo uma e outra vez, é que se perco outra vez a vez perco-a de vez.
Mas quando foi a vez, a vez já era.

Tradição

A tradição já não é o que era, as tradições tambem já não são o que eram. Muitas, diga-se de passagem, nunca foram até porque nestas coisas é bastante facil uma pessoa enganar-se, umas vezes cai o d, outras foi o d mesmo acrescentado para iludir o pessoal.
Já agora, que vem a talhe de foice, já que a tradição foi-se, quanto tempo é preciso pra fazer uma tradição? Isto parece-me um bocado como os fosseis, têm todos milhões de anos, menos dum milhão não serão fosseis?
As tradições tem que ter muitos anos ao que parece, mas quantos? mil, cem, dez, cinco, três, dois, um? Largadaaaaaaaaaaaaaaaaaa!
No meio do trovejar e da fumarada acabo de lançar uma tradição pró espaço que estava livre aqui mesmo...

Escritores de gaita rija

Pois sim, escritores de gaita rija, é que neste caso trata se de escrever com esperma fresco a servir de tinta. Factos históricos.
Pormenores aqui

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

O inventor de anedotas

Ele gostava muito de anedotas, a bem dizer era mesmo viciado em anedotas, consumias em quantidades apreciáveis, sabia muitas, contava algumas nem mal nem bem dava para entreter os amigos quanto baste. Mas acontece que as anedotas começaram a escassear, já não circulam por aí como andavam dantes, toda a gente contava a sua laracha, "já sabes a ultima?", "contaram-me agora ali uma do caneco". Já não se ouve nada disso, raramente aparecem piadas novas, já não voam, já não andam por aí.
Perante esta situação, vendo-se na eminência de morrer de tédio e tristeza, após longo estudo e profunda merditação, ele resolveu pôr as mãos à obra e começou a inventar as suas próprias anedotas. Umas mais toscas outras mais subtis, mais ridiculas ou mais profundas, lá foi conseguindo animar os seus dias e dar umas gargalhadas genuinamente regeneradoras.
Passou então a inventar as piadas, para de seguida se as contar e depois ria-se à bandeira despregada. Era frequente vê-lo desatar a rir desalmadamente sem razão nenhuma aparente, até houve muita boa gente que começou a interrogar-se sobre a sua saúde mental. Os amigos que já sabiam da história riam-se, esperavam alguns segundos, um minuto ou mais por vezes, que ele se acalmasse e contasse a anedota e riam-se outra vez.
Ele foi assim apurando a tecnica fazendo piadas cada vez com mais graça, mais humor, mais refinadas e sempre da mesma maneira, construía-as com todo o cuidado levando no processo todo o tempo necessário, depois contava-as a si próprio e ria alto e bom som.
Certo dia, enquanto atravessava em passo decidido a praça, ele contou-se toda esta história, contou-se a si próprio como se fosse uma anedota, achou que era tão risível, de morrer a rir mesmo, parou no meio da praça, riu, riu riu sem parar e caiu morto.
Ainda hoje paira entre os amigos como um fantasma, é com um misto de inveja e de temor que todos se interrogam sobre o mistério da ultima anedota... aquela de morrer a rir.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Mémètica em movimento





Estas fotos foram tiradas em locais diferentes, em dias diferentes, mas em todas é visivel uma ligação especial entre os gatos e as esfregonas. Pelos vistos passou a ser moda esta parceria, só não dá para entender se são os gatos que se fazem às esfregonas ou se são estas que se põem num dolce fare niente nestas poses invulgares e provocantes para engatarem os gatos. Talvez uma contaminação mémètica de duplo sentido. Assunto a seguir

Esfinge da esfregona


Pois é os gatos e as esfregonas continuam num caso escaldante até parece uma contaminação tipo mémètica.

Nada

Aqui não acontece nada, nada de notável, logo ninguem toma nota, ninguém regista o nada que aqui não acontece.
O que não é registado não existe, nunca existiu, nunca existirá.
Quando se escrever a história do aqui, se alguma vez alguém tentar escrever tal documento, só poderá registar, relatar, contar, historiar coisa nenhuma, sim friso bem, nem uma. Alias nem o aqui tem registo, é o nada que acontece que faz os "aqui", os "agora" e os "sempre", o nada que não acontece não faz mesmo nada. Não faz história.

Se aqui acontecesse nada, nada disto acontecia

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Luis ene

Luis Ene, para alem de escrever e agitar as hostes escritoras tambem sopra as velas.


video

Conversa curta

Conversa de passagem apanhada na rua, podia ser noutro sitio qualquer? Poder podia mas não era a mesma coisa.
É uma conversa curta, pois é, no entanto tem tanto...


...a mãe? pai

Chouriço

Conversa de passagem apanhada na rua, uma mulher jovem ao telemovel e mais duas ouvindo a conversa.

...e ela não consegue?... coitada... mas é a sogra do chouricinho não é?...

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

domingo, 3 de outubro de 2010

Esfinge


O esfinge da esfregona

O esfinge na sua intemporal pose guarda a intemporal esfregona na sua improvável pose

Foto: Luis Nunes Alberto

Poesia no estado brutal


É mesmo assim, a força poetica da imagem apanha-me com um impacto brutal



Foto: Luis Nunes Alberto

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Afonso Dias

Afonso Dias lendo poetas e cantando na biblioteca Lidia Jorge em Albufeira no dia 30 de Setembro 2010.
Neste video a ler Guerra Junqueiro


video

Conversas de passagem

Os passantes vão rua abaixo, vão rua acima, sós, a dois, a três ou em pequenos grupos, eu vejo-os passar, observo distraído, admiro as figuras, os portes, as poses, as curvas, os movimentos ondulantes, as birras de pequenos e grandes e apanho conversas de passagem:

Ao telemovel

- ...nem é uma rotunda... aquilo não é nada... nem um pneu tem no meio do cruzamento, tem lá um poste, um pau... não é uma rotunda...