terça-feira, 31 de maio de 2011

As malhas que o império tece

Estas teias que se estendem por toda a parte, sob qualquer forma só visiveis em condições particulares



segunda-feira, 30 de maio de 2011

Delphinium peregrinum


Maravilhosa Delphinium peregrinum

Revolução2- Liberdade

A revolução morreu, neste mundo globalizado já não há mais espaço para a revolução.
O sistema prendeu-nos do modo mais pérfido, tornou-nos escravos duma ideia, uma ilusão chamada liberdade e deu-nos escolhas, muitas escolhas muitos escolhos chamados livre arbitrio e um desejo eletrico, elétrónico, informatico, cibernético .

E a culpa é sempre do arbitro.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Revolução

Já que estamos em vesperas de eleições é melhor falarmos um pouco sobre o assunto já que os politicos não o fazem, tão entretidos que andam em batalhas de claques partidarias e paradas mais ou menos folcloricas.
Hoje em dia, e em noite tambem, já não há nenhum governante com capacidade e poder para tomar iniciativa seja no que for, vão todos a reboque da situação, e a oposição vai do mesmo modo. Não se trata dum mal nosso, na maioria dos paises a situação é identica. Estão todos mais ou menos atarantados dum lado para o outro a tentar tapar os buracos que se vão abrindo um pouco por todo o lado em cada vez maior numero.
Nestas circunstancias quem quer que seja eleito vai dar continuidade ao processo, e como as decisões decisivas  não poderão ser tomadas pelo infeliz vencedor nada será modificado de modo acentuado, muito menos radical.
A crise em Portugal vai alegremente e não sei se alguma vez  tomaremos  plena consciencia da verdadeira situação em que nos encontramos ou se pelo contrário vamos continuar no jogo do faz de conta e permanecer neste deslumbramento e extase patético de estarmos na moda, na crista da onda da crise, a surfar na maior o miserabilismo, as solidariedades sociais e as caridades. E ainda matamos saudades doutros tempos enquanto os jovens se divertem na luta alegre camarada pa e que ser "Hárrasca" ainda é mais fixe que ser punk, gótico ou bétinho.
Portanto nada mudará no essencencial, até porque nós gostamos disto assim, gostamos de ser micro burgueses e sobretudo presamos por demais a nossa cultura e património nacional-shopping-centro-comercial e as glandes supelficies chinesas.
Somos um povo moderado até na moderação.

Portanto não me venham falar em revolução que estou ocupado a carpir a crise para o Guinness book of records.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

A parte que me toca

A parte que me toca, em tudo se faz favor sim porque das coisas negativas já estou bem servido, agora queria a  que me toca das positivas.
Por mim, pelo que faço e pelo que não desfaço, a crise já estava mais que resolvida. Por isso nessa parte estou a dar no duro e a sofrer agruras que não são minhas.
Agora a sério:
Continuo a dizer, eu e o Sr Parate que já que tenho que pagar os 78 biliões e tudo o resto, aparte que me toca, claro,  quero primeiro receber a parte que me toca dessa massinha fresca que vem aí porque é certo e sabido que os Srs banqueiros e afins me vão comer aquilo tudo em menos de nada.
Falo mesmo a sério, nada de tretas eleitoralistas, eu sou Português, tão patriota como outro qualquer, bom pagante, quero a minha parte do emprestimo porque só eu sei como a fazer render.

Senhores politicos dos cinco  partidos, querem o meu voto? então mandem para cá a minha parte do emprestimo.

Escandalo sexual de vento em popa

Para responder a um comentador anónimo o que aconteceu ao texto original do "escandalo sexual" eu diria que penso que não aconteceu nada, o texto que vejo quando clico lá no sitio do escandalo corresponde ao que lá coloquei. No entanto isso não é garantia nenhuma, pode muito bem alguem estar a manipular esta treta.
Portanto qualquer que seja o texto que vos apareça, nada de panico, aqui a unica coisa que conta é o titulo, cada um faz o seu próprio texto em consonancia. e se se concentrarem suficientemente bem no âmago da questão ainda pode ser que recebam, por telepatia, o meu pensamento.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Dominique Strauss-khan

Eu não tenho nada que escrever sobre aquele senhor que foi lá a Nova york e caiu numa daquelas armadilhas americanas chamadas Hotel que eles tem lá e que apanham os europeus incautos, os transformam em bestas sexuais e os metem em gaiolas chamadas prisões.
Não tenho nada que escrever sobre aquilo, não tenho opinião formada nem deformada, a forma partiu-se.
Mas já que vieram sempre digo que:
Eu só escrevo estas coisas para vos trazer cá, aqui, compreendem?

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Hoje choveu

Hoje choveu


                                                                         Mas choveu mesmo

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Ao cair da tarde

Ao cair da tarde

Escândalo sexual

Escrevo aqui o que calha, a calha é grande cabe lá de tudo, todavia acaba sempre por afunilar e então não cabe lá, nem cá, grande coisa.
Se escrevo aqui aquilo que me pinga da mente, me brota da alma, aquilo que gosto ou aquilo que desgosto, se posto aqui, ás postas, ás fatias, ás rodelas ou aos cubos o meu dia a dia mediocre,  o pouco que faço ou desfaço, é certo e sabido que só vou ter visitas ocasionais de cortesia dum ou outro amigo ou de algum incauto que pare aqui por acaso por falta de gasolina. É normal, é assim mesmo, aquilo que sou ou que faço não tem interesse para ninguem. Compreendo, aceito. Portanto isto sou eu, uma serie de pequenas coisas sem valor intrinseco de qualquer especie que vou despejando na gaveta da mesa de cabeceira quando mudo de roupa, em transito para o caixote do lixo.
Se quero ser lido, visitado, encontrado, atropelado,e, eventualmente, comentado,  tenho que vir nu para o meio da estrada. Sendo que a estrada é constituida pela corrente das palavras-chave do momento ou, em alternativa, por uma especie de picada no meio do matagal de palavras que são sempre obscenas dum modo ou de outro e que por isso mesmo  tem sempre montes de procura.
Se quero ser visto tenho sempre que ser de certo modo o bobo da corte, o bobo do corte.
Eu não interesso, tenho que ser outro ou outra coisa para ser interessante, tenho que me disfarçar, tenho que me  maquilhar, pintar-me de mil cores ou de cinzentos e pretos misteriosos.
No entanto uma pessoa é aquilo que faz, que apresenta, que desempenha e é em cada amigo, em cada inimigo, em cada leitor ou espectador aquela outra coisa que transparece, aquela pessoa diferente para cada um  certo modo.
Procurando ser visto, ser notado, manter a clientela, oriento a minha actuação para agradar  a gregos e a irlandeses, e a portugueses emprestando-lhes dinheiro para eles me pagarem as dividas ficando para isso mais endividados para me pedirem mais dinheiro que eu generosamente não tenho mas peço a outros, a juros baixissimos,  para lhes emprestar a juros altississimos...perdi-me...
Moral da história
Para mostrar ao mundo que existo, para ser visto, tenho que mostrar aquilo que não sou e passar a ser o que o mundo vê, passar a ser o que não existe.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Censura

Dado que estou a ser alvo de censura neste blog o melhor é não escrever mais nada
está visto que há uma manipulação aqui exercida não sei bem por quem  , por isso vou deixar as coisas como estão só com umas flores para os engraçadinhos.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Não acontece nada

Na vida dela não acontecia nada, uma triste rotina pegada, não vivia mal nem bem, não acontecia nada.
Até que um dia aconteceu uma coisa extraordinária, ela apercebeu-se que na vida dela não acontecia nada e nesse mesmo momento  ela parou com tudo o que estava fazendo porque isto era um grande acontecimento.
Nunca tal havera acontecido porque na vida dela não acontecia nada mas a partir daquele momento na vida dela passou a acontecer oficialemente e conscientemente assumido que na vida dela acontecia amiude não acontecer nada.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Á espreita da troica

Um abelharuco bem português espreita a troica

Granda cão

Foi um português que descobriu o esconderijo do Bin Laden.
Farto de andar há anos à procuro do malvado o Obama lembrou-se de usar o cão de água português, assim como assim já tinham metido tanta água.
Mostrou uma foto ao cão e pediu-lhe para buscar.
O cão andou por lá a farejar a casa branca toda e finlamente apontando para o globo de repente disse " Eh Pá! aqui estão!".
O Obama foi logo a correr e não era que estava lá mesmo
O cão português ainda adivinha melhor que o polvo!



segunda-feira, 2 de maio de 2011