segunda-feira, 25 de julho de 2011

Hoje estou assim

Hoje estou assim, em qualquer lado que me encoste adormeço
por isso vou para a cama
ciao





domingo, 24 de julho de 2011

Andorinhas


Congresso de andorinhas aqui no meu monte

Congress of swallows in my place

Congrés d'hirondelles chez moi


Hirundo rustica

Hirundo daurica

Delichon urbicum


Estou deveras muito satisfeito, o meu monte tem um futuro risonho no que diz respeito à écologia visto que as andorinhas elegeram este sitio para se instalarem. Primeiro vieram as Andorinhas-das-chaminés, Hirundo rustica, depois vieram Andorinhas-dauricas, Hirundo daurica e agora chegaram as Andorinhas-dos-beirais,   Delichon urbicum.

Quer isto dizer que aqui se vive bem

sábado, 23 de julho de 2011

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Festival Al Buhera

Estou na feira de artesanato Festival Al Buhera até 24de julho, foto do meu espaço

Craft fair in Albufeira until sunday 24th, photo of my stand

Foire de artisanat à Albufeira jusqu'au 24 juillet, photo de mon stand


quinta-feira, 21 de julho de 2011

não há nada a dizer

Não há nada a dizer, os dias passam suaves como uma brisa marinha, não deixam nada nem saudades nem mal estar. As obsessões rodam na mente tranquilas, em velocidade de cruzeiro, em piloto automático.

Zap

Todas as viagens tem um ponto de partida e um ponto de chegada, na realidade até têm varios pontos de partida e tambem chegadas diversas. No entanto são frequentemente os percursos, as viagens em si que são mais relevantes, mais importantes, mais significativas. Há muitos viajantes que fazem as viagens exactamente pelo percurso.
Mas uma coisa é certa, nenhuma viagem se consegue fazer sem percurso. Não me venham dizer que viajam pela imaginação, porque aí mais que em qualquer outra viagem o percurso é fundamental.
Na vida não há partida, não há começo da viagem. Sim há o nascimento mas esse não é o começo da viagem, o nascer é uma passagem  da qual não temos nenhuma memoria consciente. A consciencia vem mais tarde, dum modo tão gradual, suave e discreto  que nenhum de nós consegue definir com rigor esses primeiros momentos da viagem que é a sua vida...

Zap

Ele está deitado na cama do hospital, uma sala com meia dúzia de camas, todas ocupadas, ele tem a sensação que não pertence ali, olha à sua volta, os outros doentes, idosos quase todos, estão mesmo doentes, mas ele não, ele sente-se bem, quer voltar para casa, sim este não é o seu lugar. Ele sabe o que o trouxe a este sitio incomodo, cheio de  cheiros desagradaveis, cheiro a hospital, a doença, a sangue e a morte. Ele teve um AVC, coisa leve, quase não o afectou, agora espera uma pequena intervenção cirurgica que o vai pôr melhor que novo, apanhou um susto mas vai se safar desta, a bem dizer nem está doente. O serviço é bom, sente-se muito bem tratado, não tem razões de queixa se bem que já começa a estar farto de bons tratos, as namoradas, as mulheres com quem esteve ligado duma maneira ou de outra ao longo dos anos não o largam, mesmo as que já não lhe falavam entendem agora que hão de tratar dele. Apanham um homem um bocado em baixo caiem-lhe em cima, caiem-lhe em casa, prontas a instalarem-se de armas e bagagens para tomar conta dele como se fosse um bébé. Ainda vai dar guerra esta históra, elas ainda vão lutar como abutres sobre os despojos.
Bem vistas as coisas ele está muito bem no hospital, aqui está quase fora do alcance delas...

Zap

-Está uma bela tarde
-Sim. Um belo pôr de sol e uma bela lua
-...bela lua meio enublada
-Sim uma lua com um véu diafano
-Isso mesmo, um véu,  daí deves ter uma vista privilegiada
-Tenho
-Consegues ver o mar?
-Consigo, a maré deve estar alta
-Eh! Eh! Não me digas que consegues ver a maré
-O mar está alto
-Como é que vês que o mar está alto de tão longe?
-Tambem com uma lua destas qualquer um fica pró alto
-Pois, vi aqui uns flashes mas não sei se era pra lua
-Agora ela deixa cair metade do véu
-Uauuuuuuu! Irresistivel, glamourosa
-Quem poderia resistir?

Zap

Vem-me á memória, á lembrança a bem dizer, episódios da minha infancia, coisas que relembro de vez em quando, ocorrem-me agora com as palavras de hoje, com o meu saber actual.
As recordações vão crescendo ao fio do tempo, á medida que são relembradas ou aflorados, vão se cruzando com outras memórias vão se enriquecendo com novas palavras, com novos conceitos, vão ganhando expressões que nunca tiveram, significados impossiveis ou impensaveis no momento em que ocorreram. 
As memorias tem assim um sentido de crescimento e de evolução inverso ao sentido cronologico. 

Zap

Há um numero enorme de espécies animais e vegetais no nosso planeta, todos sabemos isso, mas sabemo-lo dum modo abstracto, é uma coisa que nos ensinam na escola, da qual ouvimos falar aqui e ali, sobre a qual lemos ou vemos na tv de vez em quando nas emissões do National Geographic, mas fica por aí, nunca tomamos realmente consciência do facto. Não temos a experiencia da convivência com as diferentes espécies.
Todos os dias nos movimentamos numa correria louca nos nossos diferentes afazeres, sejam eles profissionais ou de lazer, e  não reparamos que paralelamente á nossa vida decorrem milhões de outras vidas, aves insectos, aranhas, plantas de toda a ordem, e mamíferos para alem de nós humanos. Todas essas espécies vivas são muito mais numerosas que nós humanos e passariam muito bem e muito melhor sem a nossa presença. A maior parte deles já cá estavam muito antes de nós aparecermos e, se não

Zap

Ainda antes da criança nascer, quando o feto ainda está em gestação, o cérebro entra em funcionamento á medida que  se forma, ou melhor dizendo, forma-se funcionando. Aí começa a elaborar a representação do seu mundo, do seu universo. Essa representação, essa maqueta vai acompanhar o indivíduo ao longo de toda a sua vida e vai sendo permanentemente actualizado pelos dados fornecidos por todos os sentidos e todos os sensores dispostos no nosso corpo.
Nós precisamos deste modelo, elaborado pelos neurónios espelho, para conhecermos a cada momento  o estado do nosso mundo e da nossa posição nele. Dum modo geral a visão que temos do mundo corresponde só ás diferenças   ocorridas nele nos últimos instantes, porque são essas diferenças que podem ser ameaçadoras dalgum modo, ou interessantes, e que por isso tornem necessárias ou desejáveis, algumas medidas mais ou menos urgentes.

Zap

Que coisa mais técnica, que chatice, logo elaborada por alguém que não é técnico de nada, muito menos de neurociencias...

Zap

Hoje faz-me falta um pouco de colo da minha mãe que Deus tem
Tenho ciúmes e raiva de Deus por ele ter o colo de minha mãe.

Zap

Estamos feitos de modo a vermos as diferenças e a distinguirmos padrões. Mas são essencialmente as diferenças que mais nos saltam à vista porque o nosso sistema defensivo entende que na diferença está potencialmente o perigo. Para podermos ver algo mais temos que estar especialmente atentos a outras coisas que não sejam as diferenças elementares.
Se vou de visita a outro país, a algum sitio que desconheço por completo, tudo é novo, a cada passo deparo com diferenças que me fazem olhar, que me fazem pensar e chego até a ficar cansado de tanta diferença. Se mais tarde volto ao mesmo local, já não há diferenças, ou são reduzidas em relação á primeira visita e então o local parece-me sem interesse e poderia até dizer que já me aconteceu pensar “ mas que é que eu vi neste lugar que afinal nada tem de extraordinário.

Zap

Dizia há tempos um escritor, falando das suas obras, que escrevia daquele modo despido e elementar para permitir que os seus leitores pudessem de certo modo criar a sua própria história.  Ora bolas, se leio um livro e tenho eu que fazer o trabalho todo, o melhor é esse autor não escrever nada e se eu tenho que me contar histórias, já agora, o melhor é eu realmente escrever os meus livros, publicá-los e até eventualmente fazê-los e já que estou com a mão na massa posso até aqui e ali ler algumas passagens.

Zap

Uma questão que me preocupa, sem me preocupar nada na realidade, que me ocupa o pensamento de vez em quando é de tentar saber se a literatura retrata ou é suposto retratar a nossa vida, a nossa cultura ou se, pelo contrario, é a vida social que se copia da literatura.
Quando digo literatura digo tambem cinema, novelas de televisão, tudo o que seja de certo modo ficção ou historia ficionada.
Bem sei que numa de politicamente correcto, me dirão que as duas situações coexistem. Não tenho dúvida nisso. No entanto quer me parecer que a nossa realidade vai cada vez mais atras da ficção. Devo dizer que esta perspectiva não me agrada particularmente, mas parece-me inevitável.

Zap

Se viajo levo comigo o meu universo bolha, se não viajo tambem o levo. O meu universo bolha sou eu por isso vai comigo a toda a parte.
O meu universo é tudo aquilo que eu sou, tudo aquilo que eu vivi desde que existo. Só atraves destas vivencias posso perceber o que me rodeia. Estou no centro do meu universo, tudo o que entra no meu espaço, pessoas, paisagens, sons, imagens, objectos, ideias alteram o centro de gravidade deste meu mundo desequilibrando-me, para recuperar o equilibrio devo mudar a minha posição. Na verdade estou permanentemente a reajustar o meu posicionamento.

Excerto das primeiras páginas do livro " O mistério da santissima trindade" que espero escrever num futuro indeterminado

Falta de tempo

Começou a festival Al Buhera, uma pequena feira de artesanato
que se realiza todos os anos.
Mais uma vez estou presente e resta-me pouquissimo tempo
para escrever aqui.
Para decorar o stand usei os meus posters, assim as pessoas que não 
se interessam por joias sempre se podem entreter a ver as orquideas
e a bicharada


terça-feira, 19 de julho de 2011

As diferenças das vespas

Já consegui apurar qualquer coisa
parece que as que tem olhos verdes são machos
mas não sei ainda se as outras são todas femeas 
ou se tambem existem algumas asexuadas.

The ones with the green eyes are males
I don't know yet if the others are all females or if 
there are any without sex

Celles qui ont des yeux verts sont des mâles
Je ne sais pas encore si les autres sont toutes
des femelles ou bien s'il y en a qui soient assexuées


domingo, 17 de julho de 2011

Aricia cramera

Afinal a borboleta de ontem que passa a ser de hoje é Aricia cramera

For my british and american friends
This butterfly is a Aricia cramera known as The Southern Brown Argus

Pour mes amis français
Ce papillon est un Aricia cramera aussi connu comme Le collier-de-corail-des-Canaries

Foto do dia

Para variar um pouco das vespas aqui vai uma bela borboleta

Ainda não sei o nome certo

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Diferentes vespas

No mesmo vespeiro agora tenho tres diferentes tipos de vespas, preciso de alguem com conhecimentos nesta matéria que me possa esclarecer quanto a estas variações. Se conhecerem alguem ou algum site onde possa obter dados sobre o assunto agradeço que me informem. Obrigado

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Saímos na segunda saida

Coversas de passagem

...saímos na segunda saída
- então espera, assim


...ora porquê, ora porquê? porque era preciso...


...isso só eu sei...


...pegava numas cores e ia para o jardim...


...o meu tio mais logo está cá...


Ó mãe esta é que era boa para ti...


...sim sim o quê?, não te oiço! sim o quê? sim o quê? sim eu quero?...


...que era minha amiga de infancia, os pais dela...


...nas ruas de Albufeira, é, e como não nada para comprar...


...mas o que é que a máquina faz?
-faz tudo
-mas já tem uma?
-não, quero ver se ele me oferece uma
-aquilo é só ligar?
-a minha colega diz...


...gosto, mas gosto mais da lena
-é mais dread, é?...


...na aldeia, meios pequenos
-elas são mas é todas umas desavergonhadas
-pois são, algumas até nem são
-ai não!...


...o quê? não te oiço, diz lá...


...eles beberam
-ah! beberam? não vi...


...a sério, é assim uií uiíiiii



quarta-feira, 13 de julho de 2011

Ovo de vespa

Seria mais uma foto de vespas mas por acaso reparei que nesta está à vista um ovo


Ele há coisas! Ene coisas

Tenho andado distraido, só agora reparei que o meu estimadissimo amigo Luis Ene está activo de novo.
Gostei do que li e logo comentei, nada de especial que os meus comentários são assim mesmo um bocado toscos.
No final tive que me sujeitar à prova das palavras tortas como é da praxe e calhou-me esta

Pois é Luis foi assim um fiesteco (uma pequena festa com pato à Pequim) reencontrar-te por aqui.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Poema lua

A lua de ontem

A lua de ontem?
Mas porquê a lua de ontem?
é a mesma de hoje!
até pode ser
mas esta 
é a de ontem
e todos os que não sabiam
passam a saber
ou a poder saber
mas que diferença é que isso faz?
nenhuma
ontem 
houve 
lua.

aranhas do levante

...mas há pessoas muito...muito lucidas, esclarecidas quanto á situação..
- pessoas conscientes?
-sim! sim, gente que sabe como as coisas são, como estão, e como resolver os problemaas...
-ola então ?
-olá! como vais?
o Miquelino puxou a pança avantajada para a sombra e ajeitou-se apoiado no muro
-então? tás nas tuas voltinhas
-tou, tem que ser
-tá calor!
-ora deixa cá ver...31º ...à sombra
-se fossem verdadeiros
-verdadeiros?
-sim, se forem bons
-não garanto nada , são graus chineses...(gargalhada geral),,,pois nunca se sabe se são bons se não
-aqui à sombra devem estar uns 25, 26 graus
-nem penses nisso, até podem não estar 31, mas 29 ou 30 estarão de certeza
-achas? para estarem 31 verdadeiros à sombra quantos é que não estariam ao sol?
-bom, isso não sei, eu é que não estaria nem estou...mas porra ! não me digas que tenho que trazer o termómetro medical para ficares convencido com a temperatura, tenho um daqueles eletronicos que medem o calor até dentro dos ouvidos
-há dias disseram na rádio que a água ia estar a 23º, grande coisa, uma vez na praia dos pescadores mediram e a temperatura da água estava a 23º, grande novidade que deram! dantes quando havia levante é que vinha a água quente do estreito de Gibraltar, com o levante vinha água quente, agora quase que não há levante 
-pode nem haver muito mas eu tenho sonhado cada coisa as noites inteiras de certeza que tá levante
-quando as teias de aranha voam é levante
-ah é? quando elas voam?
-teias de aranha a voar? levante?
-quem diria hein!| e olha que sou praticamente especialista em teias de aranha
-é sim senhor
volta o Miquelino ao ataque
-vi na televisão brasileira, naquele canal...não me lembra agora o nome
-tv globo?
-não o outro
-tv recorde
-sim essa...estava lá um gajo que apanhava aranhas pretas assim deste tamanho e metia-as na boca
-fixe
.ouve lá| as aranhas tambem andam na água! têm oito patas não é
-sim e é por isso é que as aranhas são aranhas e não insectos, esses tem seis patas..


Os polvos contam pelos dedos,  pagina 36


excerto retirado do livro: Os polvos contam pelos dedos , que eu ei de escrever um dia






domingo, 10 de julho de 2011

Meter água

As vespas Polistes dominula gostam de meter água, gostam de beber água, porque meter meter elas não metem! Pousam em cima da água e não metem água, nem precisam de barcos nem muito menos de submarinos!
Aprendam aprendam!

As vespas tem nas patas substancias hidrofugas que repelem a água

Mais uma vez informo que se clicarem nas imagens poderão visioná-las ampliadas.




sexta-feira, 8 de julho de 2011

Ultimo voo do vaivem espacial

Este é o ultimo voo do vaivem espacial, aqui o ultimo lançamento

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Espero que corra tudo bem

Convite para exposição

A exposição não é minha mas de amigos meus, especialmente a Milita e a Adérita, por isso tomo a liberdade de transmitir aqui o convite aos meus seguidores para que, caso andem por estas bandas, apareçam pela Galeria Municipal de Albufeira.
Amanhã,Sábado dia 8 os artistas estarão lá das 14h ás 17h para a inauguração da exposição.